Artigos especializados sobre inteligência artificial governada, conformidade NR-1, riscos psicossociais e recrutamento estruturado.
A campanha Abril Verde de 2026 reforçou que saúde mental deixou de ser apenas pauta de bem-estar para se tornar tema concreto de compliance trabalhista. O Tribunal Superior do Trabalho informou que mais de 540 mil ações ajuizadas em 2025 trataram de segurança e saúde no trabalho, incluindo doença ocupacional e assédio moral [1]. Em paralelo, o Ministério do Trabalho e Emprego lançou o manual de interpretação do capítulo 1.5 da NR-1 e destacou o gerenciamento de riscos psicossociais como parte da gestão contínua nas empresas [2]. Neste contexto, RH, jurídico e lideranças precisam ir além do discurso e demonstrar método, prevenção e evidência. Este artigo mostra como essas duas movimentações institucionais elevam a régua regulatória e por que a HIRO pode ajudar a transformar pressão normativa em governança prática.
O debate sobre riscos psicossociais entrou em uma nova fase no Brasil. Em 16 de março de 2026, o Ministério do Trabalho e Emprego lançou o Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da NR-1, reforçando a necessidade de gestão contínua dos riscos ocupacionais, inclusive os psicossociais [1]. Em 27 de março, a Fundacentro informou que a CTPP manteve 26 de maio de 2026 como marco de exigibilidade da nova NR-1 e destacou um crescimento de 104,07% nos benefícios previdenciários ligados a transtornos mentais entre 2019 e 2024, com reconhecimento de nexo laboral em apenas 2% dos casos [2]. Em 2 de abril, o MTE lançou a CANPAT 2026 e anunciou curso EAD com certificação sobre riscos psicossociais [3]. O recado para RH, compliance e liderança é claro: não basta reconhecer o tema; será preciso provar preparo, método, rastreabilidade e capacidade de resposta.
O assédio moral no ambiente de trabalho é um problema persistente que afeta a saúde mental dos empregados, compromete a produtividade e acarreta riscos jurídicos significativos para as empresas. No Brasil, a legislação trabalhista vem evoluindo para garantir a proteção dos trabalhadores contra...
Em decisão unânime de março de 2026, a CTPP rejeitou o adiamento e manteve 26 de maio como data de vigência da nova NR-1, que torna obrigatório o gerenciamento de riscos psicossociais. Simultaneamente, dados da Previdência Social revelam um aumento de 104% na concessão de benefícios por transtornos mentais, com apenas 2% dos casos tendo o nexo com o trabalho reconhecido — uma subnotificação crônica que agora será alvo direto da fiscalização. Este artigo detalha o impacto dessa decisão para RH e Compliance, os riscos ocultos da subnotificação e como a plataforma HIRO, com IA governada e rastreabilidade total, pode proteger sua empresa contra multas, passivos trabalhistas e auditorias.
Descubra por que a rastreabilidade total em auditorias de IA no RH é uma exigência legal no Brasil e como garantir conformidade pode proteger sua empresa de riscos. Entenda os impactos da governança responsável e prepare-se para o futuro da gestão de pessoas.
Em 16 de março de 2026, o Ministério do Trabalho e Emprego lançou o Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da NR-1, decretando o fim dos 'documentos de gaveta' na gestão de riscos psicossociais. Com a fiscalização punitiva a partir de 26 de maio, empresas que não adotarem monitoramento contínuo, metodologias válidas e planos de ação rastreáveis estarão expostas a multas acima de R$ 6.700 por infração e passivos trabalhistas milionários. Entenda o que mudou, o que os auditores vão exigir e como a tecnologia pode garantir conformidade jurídica total.
A saúde mental no ambiente de trabalho é um tema que vem ganhando atenção urgente no Brasil. Em 2025, o país registrou mais de **546 mil afastamentos por saúde mental**, um recorde histórico que reforça a necessidade de ações concretas e imediatas por parte das empresas. Os afastamentos...